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Série harmónica (matemática)Em matemática, uma série harmónica é uma série infinita Designa-se por harmónica devido à semelhança com a proporcionalidade dos comprimentos de onda de uma corda a vibrar: 1, 1/2, 1/3, 1/4, ... (ver série harmónica). Diverge, embora lentamente, para o infinito. A demonstração (feita originalmente na Idade Média por Nicole d'Oresme) faz-se tendo em conta que a série é termo a termo maior que ou igual à série que claramente diverge. Inclusivé a soma dos primos recíprocos diverge para infinito (embora seja bem mais difícil de provar). Contudo, as séries harmónicas alternadas convergem: Isto é uma consequência das Séries de Taylor do logaritmo natural. Se se definir o n-ésimo número harmónico tal que então Hn cresce tão rapidamente quanto o logaritmo natural de n. Isto porque a soma é aproximada ao integral cujo valor é ln(n). Mais precisamente, se considerarmos o limite: onde γ é a constante Euler-Mascheroni, pode ser provado que: Jeffrey Lagarias provou em 2001 que a hipótese de Riemann é equivalente a dizer: em que σ(n) é a soma dos divisores positivos de n. (Ver An Elementary Problem Equivalent to the Riemann Hypothesis, American Mathematical Monthly, volume 109 (2002), páginas 534-543.) A série harmónica generalizada, ou série-p, é (qualquer uma) das séries para p um número real positivo. A série é convergente se p > 1 e divergente caso contrário. Quando p = 1, a série é harmónica. Se p > 1 então a soma das série é ζ(p), i.e., a função zeta de Riemann em ordem a p. Este raciocínio pode-se estender ao teste de convergência das séries. [editar] Ver também |