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Moto contínuo
O frasco com auto-fluxo de Robert Boyle preenche a si próprio neste diagrama, porém tal efeito não se produz na realidade.
Uma moto contínuo, ou máquina de movimento perpétuo (o termo em latim perpetuum mobile não é incomum) são classes de máquinas hipotéticas as quais reutilizariam indefinidamente a energia gerada por seu próprio movimento. A existência de um moto contínuo é geralmente aceita como sendo impossível de acordo com o nosso atual conhecimento das leis da física. Em particular, um moto contínuo para existir deve violar ou a primeira ou a segunda lei da termodinâmica. Em geral os tipos de moto contínuo são divididos em duas subcategorias referidas como "moto contínuo de primeira espécie" e "moto contínuo de segunda espécie", de acordo com a lei a qual viola. Cientistas e engenheiros aceitam a possibilidade de o atual conhecimento das leis da física estarem incompletos ou incorretos; um dispositivo de moto contínuo pode não ser impossível, porém a demonstração de tal dispositivo exigiria a reavaliação de várias leis da física. Físicos podem tentar testar os seus conhecimentos da física provando, sem usar termodinâmica, que um moto contínuo proposto não pode funcionar. Também, várias vezes físicos irão descobrir aparentes moto contínuos em seus pensamentos experimentais. Assim como um paradoxo expõe enganos de pensamento das teorias físicas aceitáveis e são considerados pouco instrutivos. Porque os princípios da termodinâmica são bem estabelecidos, propostas sérias de moto contínuo são desacreditadas por parte dos físicos, os quais fazem uma discussão de méritos da dificuldade da proposta, se a mesma não for impossível. Discussões sobre o moto contínuo ocorrem apenas no trabalho em conjunto com outras teorias como: sistemas abertos, energia livre e energia do vácuo. [editar] Ver também[editar] Ligações externas |