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Jatobá
O jatobá (Hymenaea courbaril L. Var. stilbocarpa (Hayne) Lee et Lang.; Fabaceae - Caesalpinioideae) é uma árvore originalmente encontrada na Amazônia e Mata Atlântica brasileiras, onde ocorre naturalmente desde o Piauí até o Norte do Paraná, na floresta latifoliada semidecidual. No cerrado ocorre a espécie H. stigonocarpa, também conhecida como jatobá. Com altura entre 15 e 20 m e tronco que chega a 1 m de diâmetro, suas folhas têm dois folíolos brilhantes de 6-14 cm de comprimento. O fruto é um legume indeiscente, bastante duro. A madeira é empregada na construção civil em vigas, caibros, ripas, acabamentos internos (marcos de portas, tacos e tábuas para assoalhos), na confecção de artigos para esportes, cabos de ferramentas, peças torneadas, esquadrias e móveis. A polpa do legume é comestível e muito nutritiva. É usada como alimento também pela fauna. Entre seringueiros e moradores de regiões próximas das florestas onde se encontram, é comum utilizarem a casca da árvore para fazer um chá, também chamado de vinho do jatobá. Acreditam que este chá é um poderoso estimulante e fortificante. Por volta do início dos anos 2000, para evitar a retirada da casca, a UFAC (Universidade Federal do Acre) desenvolveu um método de extração do vinho do jatobá através de uma mangueira. Como planta medicinal, diferentes partes são usadas por indígenas do Brasil, Guianas e Peru contra diarréia, tosse, bronquite, problemas de estômago e fungos nos pés. Em épocas diferentes, desde 1930, foi indicada a comercializada para fins medicinais. A partir do final do século XX passou a ser estudada por etnobotânicos americanos, e é consumida nos EUA com os mesmos fins tradicionais. Tem sido usada na recomposição de matas degradadas, e com este fim suas sementes são comercializadas pelas Redes de Sementes oficiais de seus biomas de origem. [editar] Fruta místicaJatobá, é uma fruta muito conhecida dos índios da América Latina por ser uma das frutas místicas. Por assim ser, os índios pesquisavam seus efeitos de consumí-la. Esta fruta trazia equílibrio de anseios, desejos, sentimentos e pensamentos em uma orgia espiritual. Os índios costumavam em tempos remotos comer um ou dois pedaços de Jatobá e logo após fazer rodas de meditação. Eles coltuavam a fruto e hoje a árvore (Jatobeira) é considara um patrimônio sagrado no Brasil. Ao longo do tempo, as pessoas foram se perguntado e se a poupa da forta fazia mesmo efeito sobre a saúde mental e sentimental. Com isso, muitos cientistas passaram a estudar seus efeitos. Estes concluíram que o Jatobá, traz alguns benefícios importantes como a organização mental e a purificação dos sentimentos, o que de fato equilíbra o conjuto dentro da pessoa. Já o quanto tempo a pessoa precisa se alimentar disso para se sentir bem ainda é contestável. Também foi descoberto que o exageiro no consumo por dia pode gerar o efeito contrário deixando a pessoa tonta e com seu organismo desregulado por ser uma fruta muito forte. [editar] Fontes
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