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Grande Prêmio de San Marino de 1994 (Fórmula 1)Resultados do Grande Prêmio de San Marino realizado em Ímola a 1º de Maio de 1994. [editar] Classificação[editar] Notas
* Faleceu nos treinos oficiais, porém, não houve benefício com a posição vaga
Durante os treinos da sexta-feira o piloto brasileiro Rubens Barrichello com Jordan-Hart sofre um forte acidente que o leva a ser hospitalizado, impedindo-lhe de disputar a corrida de domingo. No sábado, o austríaco Roland Ratzenberger com Simtek-Ford, também sofre um acidente, desta vez fatal. No domingo, pela terceira vez nas três primeiras corridas do ano, Ayrton Senna largava na pole position, seguido do alemão Michael Schumacher com Benetton-Ford, segundo no grid de largada. Na manhã, durante o habitual briefing dos pilotos, Senna faz duras críticas à pista. Estava contrariado com a ausência de Rubens Barrichello na corrida, causada pelo forte acidente de sexta-feira, e ainda chocado com a tragédia que matou Ratzenberger no sábado. Mesmo assim, levou consigo uma bandeira da Áustria com a qual ele homenagearia Ratzenberger caso vencesse. Logo na largada, o português Pedro Lamy com Lotus Mugen-Honda que largou na 22ª posição, não percebeu e acertou em cheio a traseira do Benetton-Ford do finlandês J.J.Lehto que ficou parado em sua 5ª posição. O safety-car entra na pista para que os carros mantenham a posição, enquanto os fiscais retirem os destroços dos carros batidos e limpem a pista que ficou lavada de óleo. Na 5ª volta, o safety-car vai aos boxes e recomeça a corrida. Senna larga bem, mantém a ponta e vai se distanciando em relação a Schumacher. Na 7ª volta, a direção do Williams-Renault não obedece ao seu comando e vai direto contra o muro da curva Tamburello, a mesma que Nelson Piquet teve nos treinamentos de 1987 pela Williams e Gerhard Berger no ínício da corrida em 1989 pela Ferrari. O piloto brasileiro é atendido pelos médicos locais da pista. Porém, pela gravidade da batida, Senna é levado ao Hospital Maggiore de Bolonha. A notícia do falecimento aconteceu às 18 horas e 40 minutos na Itália. Terminava a vida de um dos maiores pilotos, senão o maior da história do automobilismo mundial. Não era o dia da corrida; no final da saída dos boxes, o pneu traseiro direito da Minardi de Michele Alboreto saiu do eixo acertando um dos mecânicos da Ferrari que estava posicionado no seu local. A corrida foi interrompida e reiniciada para completar 51 voltas, descontadas as sete já percorridas. Schumacher vence, seguido do italiano Nicola Larini com Ferrari e do finlandês Mika Hakkinen com McLaren-Peugeot.
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