|
|
Discussão:Geraldo Alckmin
[editar] "O" autor??1) O artigo diz que Alckmin foi "foi autor do projeto [1] que se transformou na Lei 8078/90", e em seu segundo mandato de deputado, para o qual foi eleito em 90. Um absurdo que a própria cronologia demonstra (se ele foi eleito para o segundo mandato em 90, como foi o autor do projeto aprovado em 90?). Ainda que não fosse pelas datas, a verdadeira história é a seguinte: muitos deputados apresentaram projetos propondo a criação do Código do Consumidor, até que se decidiu pela criação de uma Comissão Mista no Congresso para tratar desse assunto. O projeto de autoria de Geraldo Alckmin, como outros semelhantes, foi ARQUIVADO. O projeto que originou, finalmente, a lei 8078 foi o PL-3683/1989, assinado por Jutahy Magalhães. Dizer que Alckmin foi "o" autor do "projeto que se transformou na lei 8078" é desonesto. Tolerável seria dizer que foi "um dos deputados que fizeram propostas legislativas que depois se consolidariam no Código do Consumidor" - e olhe lá! 2) O artigo também cita "Investimento na modernização e ampliação da CPTM". Quando a CPTM andou a passos de cágado em seu governo... Para defender esse ponto de vista, seria importante apresentar dados - pode ser que eu me convença. Do contrário, é melhor suprimir essa parte. [editar] índices de aprovação??O índice de aprovação de uma pesquisa específica tem alguma relevância para o contexto enciclopédico? e para ser mencionado duas vezes? e em comparação com o de outro governador? Felipe Vaz, 19/10/2006 [editar] Texto de Enciclopédia...Me desculpem mas isso é um texto de enciclopédia?? Até onde eu sei não interessa ler sobre o que ele fez ou não por São Paulo, ou por Pindamonhangaba, ou por Xanxerê... O que interessam são dados factuais sobre quem ele é, ou foi, não sobre um governo especifico, quem quer ler escandalos, folhetos de campanha, ou a ficha policial do individuo que vá procurar em outras midias... isso é uma enciclopedia. lugar para falar em mandato é em uma paginá sobre o mandato 2002 - 2006 do governo de são paulo, até mesmo porque um governo não é "culpa" exclusiva de um individuo... --200.101.245.181 01:21, 9 Outubro 2006 (UTC) [editar] Cadê as 70 CPI's? Isto é uma enciclopédia ou um factóide panfletário?Esta página como está é um abuso à inteligência de um homo erectus dos mais primitivos! Um abuso da estratégia de querer voltar a ser governo a todo custo! Faltam aqui informações de como Alckmin e o Psdb entregaram 26 bilhões ao Banespa... e nos empobreceram mais ainda... Falta muito pra ser um pouco de verdade... Passa muito longe!
Segue abaixo a tão falada lista dos petistas de "cpi's engavetadas por Alckmin". Como pode ser analisado, o número de pedidos de CPIs é no total de 55, e não 69, como acusam os petistas e jornalistas desinformados. Os 14 restantes são novas tentativas de implantar algumas cpis já pedidas, mas com novos temas inclusos. De todos estes pedidos de CPI, apenas 7 deles pedem investigação que envolve diretamente Alckmin ou seus secretários: 1)CPI da Compra de Energia Elétrica pela SABESP, CPTM e Metrô (2003). Justificativa: jornais publicaram matérias dizendo que o governo do Estado resolveu comprar energia elétrica para a Sabesp, CPTM e Metrô diretamente do CESP; economizando o gasto de cada mWh de R$ 110,00 para R$ 4,00 (uma economia de R$ 106,00 por cada mWh). O autor do requerimento dessa CPI queria saber o motivo de o governo não ter tomado essa medida antes, já que a economia é tanta. Observação: antes tarde do que nunca! 2)CPI dos programas Viva Leite e Alimenta São Paulo no município de Diadema (2004). Justificativa: Essa CPI foi proposta com base nas denúncias feitas pelo jornal "Diário do Grande ABC", no qual a manchete é "Tucano usa alimentos como moeda eleitoral". Observação: o jornal "Diário do Grande ABC" é ligado aos metalúrgicos, e Lula é o Deus máximo deles. Um dos sócios ocultos de tal jornal é Ronan Maria Pinto, um petista acusado de chefiar um esquema de corrupção na prefeitura petista de Santo André. 3)CPI dos Contratos das Obras Linha 4 e Linha 2 do Metrô (2005). Justificativa: Foram encontradas no contrato firmado para a construção da Linha 4, de 1994, algumas irregularidades pelo TCE. Tais irregularidades foram encaminhadas ao MP estadual, onde foram arquivadas por falta de provas. Quanto à construção da Linha 2, o pedido de CPI não coloca denúncias como justificativa. 4)CPI do Rebaixamento da Calha do Tietê (2005). Justificativa: o TCE havia apontado 28 indícios de irregularidades em contratos e pagamentos das obras. Desses 28 indícios, apenas 2 foram considerados realmente irregulares depois de julgamento. O governo justificou irregularidade - o aumento no preço dos pagamentos - devido à paralização das obras, por causa de questões ambientais, por quase um ano. 5)CPI do RODOANEL Mário Covas (2005). Justificativa: a obra acabou ficando mais cara do que previsto em contrato. Observação: apesar de o preço ter ficado acima do previsto em contrato, o que não é impedido por lei (até 25% de acrescimo é permitido), não foram encontrados indícios de superfaturamento, nem desvio de verbas. 6)CPI da "Canção Nova" (2006). Justificativa: investigar a cessão de uma fazenda no município de Lorena à rede católica "Canção Nova", ligada ao Secretário da Educação, Gabriel Chalita. Observação: ainda está se investigando o fato. Cabe lembrar que a fazenda foi cedida como empréstimo, e não doada. Várias áreas na cidade de São paulo foram cedidas, por TODOS os governo, para clubes de futebol, ONG's, creches, etc... 7)CPI da Nossa Caixa (2006). Justificativa: investigar supostas irregularidades ocorridas nos contratos de publicidade e propaganda entre o Banco Nossa Caixa S.A e as Agências de Publicidade Colucci & Associados Propaganda Ltda. e Full Jazz Comunicação e Propaganda Ltda. Justificativa: A investigação foi pedida pela própria direção da Nossa-Caixa na época, e o funcionário responsável foi, também na época, DEMITIDO por justa causa - sem direito a nada. Fora esses 7 pedidos de CPI's diretamente ligados ao governo Alckmin. Existem pedidos de todos os tipos, ligados a setores públicos e a setores privados, e nenhum envolve diretamente o governo estadual e suas secretarias. Alguns exemplos de CPI's que não foram aprovadas, e que nada têm a ver com Alckmin, e vejam vocês mesmos algumas CPI's que o PT acusa Alckmin de abafar: Temos pedidos de CPI's sobre danos ambientais: 8)CPI da Contaminação do Solo por metais pesados e pesticidas 9)CPI das Contaminações e Degradações ambientais do ar. 10)CPI das Contaminações do Solo identificadas pela SETESB 11)CPI do Tratamento e Reciclagem dos Óleos Comestíveis 12)CPI da Falta de Fiscalização Ambiental 13)CPI dos Danos Ambientais (outra, denovo) Outros pedidos de CPI's: 14)CPI das condições da empresa de energia elétrica (privada) 15)CPI dos Funcionários da FEBEM 16)CPI da Indústria de Invasões (?) 17)CPI da Situação do Ensino Superior Particular 18)CPI do Possível Fechamento da TV Cultura 19)CPI da Má Gestão da TV Cultura 20)CPI de Envolvimento de Policiais em Grupos de Extermínio 21)CPI do Abuso de Poder Econômico de Empresas de Transporte Coletivo 22)CPI da Exploração Sexual 23)CPI das Operadoras de Seguro 24)CPI das Condições das Operadoras de Telefonia Fixa e Celular 25)CPI da Transferência de Verbas do SUS à outros sistemas 26)CPI do Transporte Ferroviário 27)CPI das Irregularidades das Operadoras de Telefonia 28)CPI do IBOPE 29)CPI da Coca-Cola 30)CPI das Multas de trânsito 31)CPI da Comercialização de Veículos Automotores 32)CPI Sobre as Perspectivas Futuras da Produção de Leite (!!!) 33)CPI do Cumprimento da Lei que Proíbe o uso de Bombas de Auto-serviço em Postos de Gasolina 34)CPI da Execução de 12 membros do PCC 35)CPI da Precariedade da Distribuição de Água pela Sabesp na Região Metropolitana 36)CPI da Violência Policial 37)CPI das Obras do Hospital das Clínicas "Luzia de Pinho Melo", em Mogi das Cruzes 38)CPI Sobre Possível Fraude Fiscal da Telefônica 39)CPI Sobre as Mudanças no Ensino técnico 40)CPI da Pirataria 41)CPI do Sistema de Multas e Pontuação da CNH 42)CPI dos Shopping Centers 43)CPI Sobre Sonegação Fiscal 44)CPI da Adulteração de Combustíveis 45)CPI do Crime Organizado na Área Fiscal 46)CPI da Elaboração de B.O.'s a fim de Distorcer Estatísticas 47)CPI das Empresas de Leilões 48)CPI das Concessionárias de Telefonia Fixa e Móvel 49)CPI da Guerra Fiscal 50)CPI do Sistema Psiquiátrico 51)CPI da Destinação da Contribuição do IPESP (órgão relacionado aos trabalhadores da Assembléia Legislativa) 52)CPI da Manipulação de Resultados de Jogos de Futebol 53)CPI sobre a Possibilidade de o Estado Retomar Atividades Ferroviárias 54)CPI sobre as Condições dos Trabalhadores Rurais 55)CPI do Falso Atestado de Pobreza, para se concorrer à casas do CDHU Agora comparem com as CPI's do Governo Lula que foram aprovadas somente depois de grande repercursão na opinião publica, e após várias manobras para o engavetamento: CPI do mensalão - compra de votos de parlamentares. CPI dos sanguessugas - Superfaturamento de emendas parlamentares na compra de AMBULÂNCIAS. CPI dos Bingos - Caso Waldomiro Diniz - financiamento de campanha do PT por bingueiros - CEF e contratos com a G-TEC. CPI dos Vampiros - Corrupção no ministério da saúde com a compra superfaturada de HEMODERIVADOS. Fora que nessas CPI's, entraram o caso da quebra ILEGAl do sigilo de um simples caseiro, corrupção no IRB - FUNDOS DE PENSÃO - CONTRATOS DE PUBLICIDADE sem licitação e sem comprovação de serviços, Esquema BMG para empréstimos consignados aos aposentados, etc... E dezenas de outras também protocoladas, mas que não foram aprovadas. Façam a interpretação que quiserem. oscar [editar] Sobre a autorizaçãoverificar em Discussão:Mário_Covas MSN 17:48, 12 Dez 2004 (UTC) Olha os CREDITOS Aqui! GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO GERALDO ALCKMIN CONSELHO CURADOR DO ACERVO ARTÍSTICO CULTURAL DOS PALÁCIOS DO GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO PRESIDENTE Arnaldo Madeira - Secretário Chefe da Casa Civil VICE-PRESIDENTE João Germano Böttcher Filho - Chefe de Gabinete CONSELHEIROS José Eduardo de Barros Poyares - Assessor Chefe da Assessoria Técnica de Governo Angelo Ponzoni Neto - Curador Nelson Essaki - Diretor do Departamento de Infra-Estrutura Sonia Maria Dorce Armonia - Representante da Secretaria de Estado da Cultura Marcello Nitsche e Rita Dutra Ruschel - Representantes da Sociedade Civil PROJETO GRÁFICO Maurício Girard CAPA/ILUSTRAÇÃO Maria Cecília Tomasi TEXTOS ORIGINAIS Radha Abramo, Ruth Sprung Tarasantchi, Fábio Magalhães Odair Rodrigues Alves - Verbetes biográficos Lauro Escobar - Pesquisa heráldica Maria Jussara Salim da Fonseca Al Assal - Pesquisa bibliográfica Armando Marcondes Machado Jr. - Quadros das relações complementares de governantes PESQUISA E AMPLIAÇÃO DE TEXTOS Célia Reis Camargo REVISÃO, APOIO E ACOMPANHAMENTO GRÁFICO José Salles dos Santos Cruz Rosalba de Paula Souza Marilena Paiva Yokoyama Mariane Tomi Sato Celso Esótico FOTOGRAFIA Miguel Francisco Pacheco Chaves COORDENAÇÃO DO PROJETO Angelo Ponzoni Neto COORDENAÇÃO GRÁFICA RCS Arte Digital ____ A questão não são os créditos. A questão é se o texto está em domínio público e o(s) autor(es) está ou não de acordo em que este possa ser utilizado por qualquer pessoa, para qualquer fim, incluindo fins comerciais (além de o texto poder ser alterado por qualquer pessoa). Se você é o autor, prove-o, colocando no site de onde foi retirado o texto, que este é de domínio público. Se tiver outra forma de provar que é o autor ou que o autor autoriza a publicação do texto nos termos de uso da wikipédia, faça-o. Obrigado. Manuel Anastácio 01:14, 26 Out 2004 (UTC) A autorização me parece bastante adequada, se estás em dúvida utilizes os números fornecidos e ligues para eles para dirimí-las. Nero 16:39, 5 Fev 2005 (UTC)
reprodução de suas matérias, avisos de pauta, releases e imagens em veículos de comunicação com caráter jornalístico e, preferencialmente, com indicação da fonte.
sem modificação de seu conteúdo.
variedades, de qualquer notícia/imagem do Portal do Governo do Estado que não obedeça a critérios jornalísticos.
Acho que o assunto já pode ser considerado esgotado o site oficial que cuida desses assuntos é o http://www.galeriadosgovernadores.sp.gov.br e eles deram autorização expressa para copiar seus textos desde que citada a fonte. O texto completo pode ser acessado na Wikipedia Esplanada! Beijos a todos MSN 12:27, 3 Mar 2005 (UTC) [editar] LOLPessoas, acabamos tendo, sem querer, uma guerra de edições. Desculpem minhas reversões. --Cachorrinho está latindo lá no fundo do quintal 00:12, 19 Setembro 2005 (UTC)
[editar] Página deve ser movidaPor favor, algum administrador, mova esta página para Geraldo José Rodrigues Alckmin Filho. --FMLoi 02:01, 20 Setembro 2005 (UTC) [editar] Parcialidades e remoçõesRemover as críticas é muito mais parcial, Fábio. A wikipédia não deve elencar apenas as "obras" de político algum. Isso sim é ser parcial. Tudo revertido.--Cachorrinho está latindo lá no fundo do quintal 15:27, 25 Dezembro 2005 (UTC)
Fábio Soldá 23:00, 25 Dezembro 2005 (UTC) [editar] Tentativa de tornar a página menos parcialAmealhei algumas informações básicas sobre Alckmin e retirei opiniões pessoais da página. Acredito, no entanto, que a página precise de informações mais completas, sobretudo a respeito do estado de São Paulo. 200.178.22.27 22:34, 24 Janeiro 2006 (UTC) [editar] Grande alteraçãoNão entendi toda esta alteração: [1]. É válida? FML [editar] Opus DeiGeraldo Alckmin já relatou diversas vezes que não pertence a organização Opus Dei. Não é isso que disse a reportagem de Época. Ela apenas relatou a existência de vínculos do governador com o Opus Dei. E isso deveria fazer parte da apresentação inicial da vida do governador, uma vez que se trata de uma informação a respeito de sua vida pessoal e (ao menos teoricamente) suas ligações com grupos religiosos não deveriam interferir nas suas ações políticas. Se alguém souber alguma adoção de uma medida administrativa por Alckmin que possa ter sido influencida por seus vínculos com o Opus Dei, pode apontá-la na seção "Política", deixando clara a associação. Ainda assim, creio que a informação a respeito da reportagem da Época deve ficar na primeira seção de artigo.200.139.132.7 23:08, 11 Março 2006 (UTC) Manuel Na minha opinião esta não é uma informação relevante sobre a biografia do atual governador. Seria o mesmo que comentar que Lula, na sua última viagem a África, participou de um ritual vodu para fechar o corpo. (Nmx 21:31, 22 Março 2006 (UTC)) Nmx, com todo o respeito, apenas um completo alienado poderia dar a mesma importância a um ritual vodu e a vínculos de um político com o Opus Dei. Há que se ter muito pouca informação a respeito da realidade para se ignorar as inumeras polêmicas suscitadas por essa misteriosa organização, que, segundo alguns, vem tentando ampliar sua influência na mídia e na política. Não discutirei aqui o mérito das questões levantadas a respeito do Opus Dei. Porém, estou certo de que elas - e talvez apenas a última que citei - já fazem valer a pena a menção no artigo. 200.150.15.84 16:31, 25 Abril 2006 (UTC) Ass.: Manuel [editar] Opus Dei nas "Principais críticas"?Os vínculos com o Opus Dei apontados pela revista Época não são uma das "principais críticas" que se fazem a Geraldo Alckmin. São apenas fatos da vida do governador apresentados por uma revista. Fatos, aliás, que Alckmin não nega. Ele nega apenas sua filiação pessoal à organização. Se tais vínculos têm conotação positiva ou negativa, cabe apenas ao leitor, com base em sua subjetivade, decidir. De qualquer forma, a reportagem de Época faz parte da biografia de Alckmin. Trata-se de um aspecto de sua vida pessoal, assim como seu cônjuge ou sua religião. Não é, necessariamente, uma crítica. A wikipédia não pode fazer esse tipo de juízo de valor, associando uma organização religiosa a aspectos negativos. 200.139.187.91 01:48, 18 Março 2006 (UTC) [editar] Opus DeiA Opus Dei é uma organização que tem como objetivo dominar o mundo, devidos aos seus atropelos pelos poder ficou conhecida como Máfia Santa. Uma religião ultra conservadora, criada no durante o fascismo espanhol, a quem defendeu com unhas e dentes, ajudando a enfraquecer a preceito republicano de Estado Laico durante o Franquismo. Eles querem se infiltrar nos maiores nichos do poder do país, e a partir daí manterem o que eles acreditam ser aceitável para a fé cristã. A esta máfia que Alckmim faz parte não seria problema, caso soubéssemos que ela de maneira alguma constituiria interferência em sua forma de decidir. Este não é o caso. [editar] Artigo parcialColoquei o indicador de parcialidade no artigo. Ele cita muito mais fatos positivos a respeito de Alckmin do que negativos, dando muito mais espaço a suas realizações que às críticas que lhe são feitas. Sei que isso não é culpa dos editores que escreveram os fatos positivos, mas enquanto eles não estiverem em uma proporção minimamente igualitária com os negativos, o artigo estará parcial. 200.139.187.91 01:51, 18 Março 2006 (UTC) Isso é uma tremenda bobagem. Quer dizer que, se não há algo negativo a ser dito sobre a coisa então o artigo é parcial? Sem contar que o negativo ou positivo nisso é subjetivo. (Nmx 11:59, 21 Março 2006 (UTC)) "Não há algo de negativo a ser dito sobre a coisa"? Sinto lhe informar, Nmx, mas não existe ainda um ser humano perfeito e muito menos um governo perfeito. Tenho certeza de que a oposição ao governador não acha que "não há algo de negativo a ser dito" sobre a administração de Geraldo Alckmin. Quanto à subjetividade da avaliação em negativo e positivo, concordo até certo ponto. É óbvio que a classificação de atos administrativos como positivos ou negativos é subjetiva. Porém, há um certo núcleo dos conceitos de ética pública que é compartilhado por toda uma cultura ou uma civilização. Por isso, algumas medidas governamentais dificilmente serão consideradas negativas pelo conjunto da sociedade. São, por exemplo, as ações voltadas para a promoção do emprego, do desenvolvimento, da igualdade de oportunidades, como a reforma agrária, o combate à violência e à corrupção etc. Já outras quase nunca serão vistas como positivas, como o desvio de recursos públicos, apesar de que as (poucas) famílias benificiadas por esse tipo de prática provavelmente não julgam seu impacto negativo para suas vidas. Enfim, há algo de errado no governo Alckmin e se a wikipédia quiser manter sua política de imparcialidade, deve inclui-lo no artigo. Não vivo em São Paulo e não conheço os detalhes da administração desse estado, mas bastaria verificar as críticas que são feitas ao governo, senão pela imprensa, pela oposição. Recoloco, portanto, o indicador de parcialidade.200.139.141.29 23:07, 21 Março 2006 (UTC) 200.139.141.29, deixando a política de lado e se atendo a definição de parcial, não estou discutindo a existência ou não algo negativo sobre o objeto, mas sim dizendo que se o Wikipedia não diz algo negativo sobre a coisa não significa necessariamente que o texto sobre a coisa é parcial. Na minha opinião, no caso em questão isso é verdadeiro. Não entendo o que vc quis dizer sobre a subjetividade do conceito de negativo e positivo; vc sugere que outro fator subjetivo ("núcleo dos conceitos de ética pública") defina o que é negativo e positivo em um governo? Por favor, para esclarecimento, defina "núcleo dos conceitos de ética pública". (Nmx 17:19, 22 Março 2006 (UTC)) Discordo da opinião de Nmx expressa acima pelo seguinte: considerando-se que há insatisfeitos com o governo de Geraldo Alckmin em São Paulo e várias críticas feitas pela oposição ao mesmo, uma avaliação imparcial desse governo só pode ser feita se forem apresentados os diversos pontos de vista a respeito do mesmo. Da maneira como o artigo estava escrito, não era isso que ocorria. Quanto à definição de "núcleo dos conceitos de ética pública", poderíamos dizer que o núcleo do conceito de ética pública seria "buscar o bem público". Liberais, republicanos e socialistas têm concepções diferentes a respeito de como atingi-lo, mas não divergem em relação à necessidade de tentar fazê-lo. Em nossa civilização ocidental, esse bem público é identificado com valores como a liberdade, a igualdade e a fraternidade - alguns acrescentariam a solidariedade. Medidas no sentido de promover esses ideiais - diminuição das restrições às liberdades, redução da desigualdade social, por exemplo - são, em geral, bem vistas. 200.139.132.82 23:43, 24 Março 2006 (UTC) 200.139.132.82, se vc é um dos insatisfeitos, ou tem fatos que vc julga serem críticas ao Alckmin ou ao governo dele, então sugiro que vc edite o texto com os fatos que vc tem. Já dizer que o texto tem apenas aspectos positivos, reafirmo, é uma bobagem uma vez que o que é positivo ou negativo é subjetivo. Apenas para ilustrar, vc diz que tudo o que "liberdade, a igualdade e a fraternidade" norteiam o que é positivo em uma administração. Logo, uma política de cotas raciais é um aspecto negativo, uma vez que não prima pela igualdade? Enfim, esse assunto acho que já foge do escopo da discussão sobre o que devemos incluir ou não no artigo sobre o Alckmin e não sei se devemos continuá-lo. (Nmx 01:20, 26 Março 2006 (UTC)) Nmx, apesar de considerar nossa discussão inútil, visto que o artigo já foi modificado para uma forma que não julgo parcial, vou responder à sua última intervenção apenas pelo prazer que tenho de debater conceitos. Como já escrevi alguns parágrafos acima, não sou de São Paulo e não conheço os detalhes da administração paulista nem críticas que não estejam ou estivessem no artigo (quando escrevi pela primeira vez reclamando da parcialidade do artigo, críticas relacionadas à Febem e à rede estadual de ensino eram apenas citadas. Mesmo assim, não saberia detalhá-las melhor). Não estou satisfeito nem insatisfeito em relação ao governo de Geraldo Alckmin, uma vez que ele em nada alterou minha vida nos últimos anos - até onde pude perceber - e sou habitante de outro estado da Federação. Concordo com você que o conceito de positivo e negativo seja subjetivo. Porém, como já expliquei, existe um núcleo dos conceitos de ética pública compartilhado por uma civilização ou cultura. O núcleo do conceito de ética pública em si é a busca do bem público. Esse bem é, em nossa civilização, identificado com ideais como liberdade, igualdade e fraternidade - aos quais alguns acrescentariam a solidariedade. A subjetividade no julgamento de uma administração é "filtrada" por esse núcleo amplamente compartilhado por uma sociedade. Dificilmente você verá algum brasileiro defendendo, com base na ética pública, a instituição de um regime autoritário e liberticida, ou uma medida que reinstaure os privilégios por nascimento, recriando estamentos como a nobreza, o clero e a plebe. Qualquer cientista político lhe dirá o mesmo. Basta ver o número de votos obtidos pela monarquia para forma de governo a ser adotada pelo Brasil no plebiscito de 1993. A esmagadora maioria do povo brasileiro votou pela forma republicana de governo. A questão das cotas raciais é complexa e foge ao tema deste artigo. Note, porém, que tanto os defensores dessa política quanto seus detratores escudam-se no conceito de igualdade. Os últimos, com a igualdade perante a lei de todos os cidadão, prevista na Constituição. Os primeiros, dizendo que a política de cotas é uma espécie de "discriminação positiva", cujo objetivo seria reverter - mesmo que parcial e provisoriamente - os efeitos de uma discriminação negativa à qual essa etnia teria sido submetida no passado. Ou seja, o fim da medida seria aumentar o grau de igualdade na sociedade brasileira e acabar com as discriminações. Não estou tomando partido de nenhum dos lados - e nem esse seria o espaço para tanto -, mas repare que os argumentos de ambos estão centrados no ideal da igualdade, amplamente visto como positivo em nossa sociedade, assim como os ideais de liberdade e de fraternidade. 200.139.176.122 20:59, 26 Março 2006 (UTC) 200.139.176.122, não considero inútil a nossa discussão, pelo contrário. Apenas acho que ela fugiu do escopo, que é debater o artigo sobre Geraldo Alckmin. Confesso que gosto também de debater conceitos, ainda mais quandos os mesmos se envolvem política. Caso seja do seu interesse, convido-o a assinar a lista sobre politica politicab@yahoogrupos.com.br para que possamos continuar nosso debate. Abraços e espero poder trocar algumas missivas contigo por lá. (Nmx 01:09, 27 Março 2006 (UTC)) [editar] Transcrição do discurso de Alckmin"Alckmin explica que não é da organização e que se fosse diria. Alckmin também diz que respeita a religião, e que isto é questão de foro íntimo." Não é necessário nem recomendável que a wikipédia transcreva tudo que Geraldo Alckmin declarou a respeito da reportagem de Época que aponta vínculos seus com o Opus Dei. Basta deixar claro que ele nega filiação a essa organização. O resto já deixa de ser enciclopédico e passa a ser discurso, em oposição a outro discurso que associa uma imagem negativa ao Opus Dei. Por isso, devolverei a esse trecho a redação original. 200.139.141.215 22:25, 19 Março 2006 (UTC) [editar] Alteração indevida"Reportagem da revista Época apontou que o governador teve um tio que pertenceu a organização católica Opus Dei. Alckmin nega que seja membro da organização." Não é isso que estava escrito no artigo nem é apenas o tio numerário de Alckmin que foi revelado por Época. A revista apontou ainda muitos outros vínculos do governador com a organização, como o fato de Alckmin receber "orientação espiritual" de membros da organização, ter uma irmã ligada ao Opus Dei, carregar uma frase de José Maria Escrivá, fundador do grupo, na carteira e manter um livro do mesmo na cabeceira de sua cama. Nenhuma dessas informações foi negada por Alckmin. Portanto, reverterei a alteração feita para o original: "Reportagem da revista Época apontou vínculos de Geraldo Alckmin com a organização católica ultra-conservadora Opus Dei. Alckmin nega que seja membro da organização." [editar] O que aconteceu?O que aconteceu com este artigo? Antigamente ele era melhor, maior, menos "lista", mas completo, com mais críticas etc. e agora voltou atrás?
Creio que na Wikipedia cabe apenas dizer o que o governo fez e apenas enunciar, de modo breve, as críticas feitas pela maioria absoluta da oposição. Além disso, neste artigo há informações controversas, como a questão do metrô, por exemplo. O Alckmin, segundo ele próprio, não optou por construir a Linha 5 em sentido inverso. Isso aconteceu porque o BID liberou a verba para a construção desse trecho primeiro, uma vez que o projeto era em elevado e, portanto, menos custoso do que fazer a linha subterrânea. Fábio Soldá 13:11, 24 Março 2006 (UTC)
[editar] Opus Dei ser ou não conservadoraNão cabe ao artigo sobre Geraldo Alckmin definir o que a Opus Dei é. Isto é missão do artigo sobre a Opus Dei. Por Exemplo, visões como ultra conservadorismo não deixariam mulheres participando de organizações católicas e mulheres participam da Opus Dei. As mulheres participam, sim, de diversas organizações católicas, das mais conservadores, como os antigos conventos, até as menos conservadoras, como a ordem das clarissas. No Opus Dei, especificamente, as mulheres ocupam uma posição subalterna à dos homens, lhes sendo reservadas tarefas de menor prestígio social (como o trabalho físico e os serviços domésticos) e sendo aconselhadas a dormir no chão ou em tábuas de madeira. Além disso, acho que é importante para o leitor do artigo que desconhece o Opus Dei, saber que essa organização é considerada "ultra-conservadora". É uma espécie de definição da Opus Dei, em uma palavra, para que faça sentido a citação da mesma no artigo. 200.139.132.82 23:01, 24 Março 2006 (UTC) [editar] Administração PaulistaQuem editou isso deve ter problema na cabeça... fala que Geraldo Alckmin tem grande aprovação e depois só fala mal dele... Tem louco pra tudo mesmo...
[editar] Proteger artigoAcho que seria uma boa idéia proteger o artigo. Está difícil acompanhar todas as alterações e reversões que esse artigo vem sofrendo. A tendência é a quantidade de pixações aumentar tão logo as eleições se aproximem. (Nmx 01:20, 26 Março 2006 (UTC)) [editar] Trecho pouco enciclopédicoO seguinte trecho do artigo está muito pouco enciclopédico e, a meu ver, deveria ser alterado: "Alguns críticos enxergam nele uma suposta "falta de carisma" ou uma neutralidade excessiva em diversos aspectos, que, por isso, até ganhou um apelido do colunista satírico José Simão, do jornal Folha de São Paulo — logo encampado pelos adversários políticos — por esse jeito moderado: "picolé de chuchu", em alusão a "não ter sabor nenhum". Quando questionado sobre o apelido, Alckmin sempre prefere levar no bom humor e já chegou a responder para os jornalistas que, caso seja eleito "o Brasil vai crescer pra chuchu". No programa noturno Todo Seu, da TV Gazeta, Alckmin foi convidado a chupar um picolé de chuchu e ele provou sempre no bom humor. Na brincadeira, disparou: "Mas é bom, hein? Tem gosto de limão". Já candidato, Alckmin mudou um pouco seu jeito sereno e não poupou críticas ao governo Lula, inclusive em tom de ataque. Por causa disso já foi chamado pela mídia de "picolé de chuchu com pimenta" e "Pittbull"." Primeiramente, a referência a uma suposta "neutralidade excessiva em diversos aspectos" não é feita pelo apelido "picolé de chuchu". É outra alcunha, também freqüentemente atribuída aos políticos tucanos que faz referência a essa característica: "estar sempre em cima do muro". O apelido "picolé de chuchu" refere-se à falta de carisma do governador enxergada por José Simão (quem leu as colunas de Simão quando da criação do apelido sabe muito bem disso), visão compartilhada por muitos (tanto que o apelido "pegou", isto é, é amplamente usado para se referir a Geraldo Alckmin). Em segundo lugar estão as questões de redação: as aspas para "falta de carisma" são absolutamente dispensáveis e o trecho "por isso, até ganhou um apelido do colunista satírico José Simão, do jornal Folha de São Paulo — logo encampado pelos adversários políticos — por esse jeito moderado" está mal estruturado. Incorre-se em redundância (dois "por", que levam a entender que se está repetindo a motivação do apelido, já enunciada acima), o que faz, a meu ver, o trecho "por esse jeito moderado" ser absolutamente dispensável. Em terceiro lugar, as constantes referências ao "bom-humor" do pessedebista feitas pelo artigo são desnecessárias e pouco objetivas. Não interessam, em absoluto, a quem busca informação biográfica sobre Geraldo Alckmin. O artigo deveria se limitar a citar o apelido e sua motivação e os episódios protagonizados por Alckmin que se relacionam à alcunha (quais sejam: a citação da frase "o Brasil vai crescer pra chuchu" e a prova de um picolé de chuchu durante um programa de televisão). A "brincadeira" feita por Alckmin não interessa a ninguém exceto a si mesmo e a Roni Von, o apresentador do programa. A meu ver, se Alckmin tem bom-humor ou não ao lidar com o apelido, cabe ao leitor do artigo inferir a partir das situações citadas e da frase "o Brasil vai crescer pra chuchu". Enfim, na parte final do artigo, bastaria dizer que tem sido notada uma mudança de estilo de Alckmin a partir do lançamento de sua candidatura à presidência da República. As tergiversações a respeito e os apelidos que, definitivamente, "não pegaram", ou seja, que não representam de forma alguma uma visão amplamente compartilhada a respeito desse homem público, mas apenas idiossincrasias textuais de alguns jornalistas, não interessam. Já fiz alterações no texto, visando a torná-lo mais objetivo e enciclopédico. Espero que elas sejam aprovadas. 200.139.143.181 14:25, 26 Março 2006 (UTC)
[editar] Revisão profundaEstou fazendo uma revisão geral e profunda com o objetivo principal de "desparcializar" algumas partes do artigo Alckmin - limitando-se aos fatos - Segundo o princípio da imparcialidade. Peço que os editores evitem a edição até eu dar o sinal aqui novamente. obrigado, abraço, Lipe
Lipe! Que confusão está virando o texto!!! rs rs... nem vou mexer, vamos esperar seu próximo turno de trabalho... (oscar 05:28, 27 Março 2006 (UTC))
[editar] "disseminado"?Gostaria de substituir a palavra "disseminado" por "criado" no seguinte trecho: "Como governador, Alckmin teve um índice de aprovação da administração paulista bem acima da média[1]. Contudo, alguns enxergam nele uma suposta falta de carisma, o que lhe rendeu o apelido de "picolé de chuchu" (em alusão a "sem sabor" ou "sem graça"), disseminado (grifo meu) pelo colunista humorístico José Simão, do jornal Folha de São Paulo. Ao ser questionado a respeito do apelido, Alckmin respondeu em tom de brincadeira que, caso seja eleito presidente da República, "o Brasil vai crescer pra chuchu". No programa noturno Todo Seu, da TV Gazeta, Alckmin aceitou convite para experimentar um legítimo picolé de chuchu." A razão é simples: José Simão não conta com os meios para "disseminar" o apelido. Ele tem apenas sua coluna. Ele criou o apelido, que simplesmente "pegou", ou seja, passou a ser usado por muitas outras pessoas para se referir a Geraldo Alckmin. Nem ele mesmo consiguiria prever o "sucesso" de sua criação. Portanto, farei a alteração e gostaria que, antes de reverterem a edição, se discutissem aqui os motivos de dizer que José Simão "disseminou" o apelido. 200.139.176.122 01:44, 28 Março 2006 (UTC) O apelido "picolé de chuchu" foi criado pelo colunista José Simão. É fato. Já "picolé de cachaça" para o presidente Lula não tem paternidade.(Darth vader 02:53, 28 Março 2006 (UTC))
Me parece um pouco inútil ficar aqui discutindo apelidos de políticos, vamos partir do princípio de que todo político tem tendências cleptomaníacas e portanto merecem o mais profundo repúdio da sociedade em que vivem. Temos de votar para cumprir determinação da lei, mas ainda temos a opção de anular o nosso voto, se bem que me disseram que isso não é bom para o país. O que voces acham do voto nulo??? Nilrangel. Eu fiz a primeira intervenção acima e gostaria de dizer que acho a palavra "cunhado" mais precisa e enciclopédica que "criado". Se alguém pudesse fazer essa modificação, ficaria grato. 200.150.15.84 16:35, 25 Abril 2006 (UTC) Ass.: Manuel [editar] FotoEssa caricatura não serve como foto para o artigo, foi feita por um sujeito que quer aparecer tanto que fez o mesmo com o Lula e eu mesmo editei aquele artigo para retirar aquela caricatura.
[editar] tendenciosoAcredito que trechos como Segundo a jornalista Tatiana Farah, do jornal O Globo[13], Alckmin aumentou em 20% os gastos com propaganda da Casa Civil nos últimos meses do seu governo. Segundo levantamento da liderança do PT na Assembléia Legislativa, o gasto real de publicidade de Alckmin cresceu ano a ano. De 2001 a 2005, o aumento foi de 53,8%: de R$ 35 milhões em 2001 a R$ 55,3 milhões em 2005. Nesse montante, não estão incluídos os gastos de publicidade das empresas estatais como a Sabesp. Deveriam ser removidos. Ora, podemos colocar qualquer acusação no artigo? Se pode ser assim, haverá uma verdadeira guerra entre os artigos dos candidatos. Não acham essas acusações pouco enciclopédicas? Acredito que deveríamos abolir durante a campanha de Eleições 2006 críticas pesadas a candidatos. Roberto Bertó 20:28, 2 Junho 2006 (UTC) Isso mesmo Darkelder.. vamos esconder os fatos do mundo né??? É a melhor coisa para manipular a sociedade moderna! CENSURAAAAAA!!! Não é questão de censura. É questão de imparcialidade. Favor se identificar... Roberto Bertó 03:58, 1 Setembro 2006 (UTC) [editar] MelhoriasO artigo ganhou novas imagens e novos textos. Ficou muito bom. [editar] LIXOPROPAGANDA ELEITORAL DE 5ª CATEGORIA, DESAUTORIZA A "WIKIPÉDIA" DE QUALQUER PRETENSÃO A UM SUPOSTO (E DUVIDOSO) REPOSITÓRIO ENCICLOPÉDICO. MUITO MAIS ÚTIL E ENCICLOPÉDICO É O VERBETE SOBRE UM CASO CÉLEBRE E INEXPLICÁVEL DE DESAPARECIMENTO DO QUE ESSE LIXO POLÍTICO-PARTIDÁRIO SOBRE O GRANDE PERDEDOR GERALDO ALCKMIN. —o comentário precedente não foi assinado por 201.27.114.119 (discussão • contrib.)
[editar] ParcialO artigo não respeita a regra de imparcialidade. Viés totalmente tucano, que glorifica o candidato do PSDB... Precisa de melhoras. Simoes 21:41, 24 Julho 2006 (UTC)
Jonas Tomazini
[editar] Lu AlckminAcho que o caso dos vestidos da Lu Alckmin não cabe em "Críticas dos adversários". Melhor seria mandar o trecho para o artigo da Lu Alckmin, se houve. (Nmx 22:44, 26 Julho 2006 (UTC))
[editar] ParcialidadeApaguei a Realizações mais importantes no comando do governo paulista porque a wikipédia nao é currículo nem plataforma de candidaturas. Este capítulo é totalmente contra o princípio da imparcialidade até aparecer o seu par: Falhancos mais importantes no comando do governo paulista (porque de certeza que os há). Muriel 16:04, 27 Julho 2006 (UTC)
Tem toda a razao! Mas neste caso, pareceu-me uma violacao (perdoe a falta de cedilhas e acentos) gritante do princípio da imparcialidade. Como escrevi em cima, a seccao terá lugar no artigo quando aparecer a outra dos falhancos. Até lá, a sua inclusao faz do artigo uma plataforma do candidato. E isto nao pode acontecer sob pena de se comprometer a ideia da wikipédia como enciclopédia e afectar a credibilidade do projecto como um todo. Se queremos ser respeitados como site de referência no mundo lusófono temos que dar o exemplo e estar acima das nossas conviccoes pessoais quando elaboramos um verbete.
Nmx, estou em completo acordo com a sua colocacao: É normal e esperado encontrar na artigo correspondente a um político as atribuições que ele teve e o as suas realizações enquanto homem público. O problema é que o homem público nao é só feito de sucessos... Por isso, vamos fazer um teste para ver se partilhamos da mesma ideia do que é imparcialidade. Veja o Santo Sudário (se estiver muito alterado, leia por favor a minha última edicao) e diga se percebe qual é a minha opiniao pessoal a respeito. Eu lendo o artigo "Geraldo Alckmin" Vejo Logo que foi escrito por apoiantes. Ou seja: o artigo transparece uma ideia de parcialidade e isto nao tem nada que ver com diferentes formas de ver política dos dois lados do Atlântico. A seccao em questao ('Realizações mais importantes no comando do governo paulista') nao tem o seu contraponto. E lamento, mas nao é minha obrigacao ir à procura de falhancos do Gov. Alckmin. O ónus da imparcialidade pesa sobre os editores do artigo (nos quais eu nao presumo incluir-me).
Muriel, da minha parte ok, acho que enquanto a discussão aqui não termina podemos deixar o aviso no artigo. (Nmx 18:26, 27 Julho 2006 (UTC))
[editar] direitos internacionais da Wikipédia lusófona"O objetivo da Wikipedia é criar uma fonte de informação em formato enciclopédico que esteja disponível livremente. A licença que usamos dá livre acesso aos nossos conteúdos no mesmo sentido em que o software livre é livre. Ou seja, o conteúdo da Wikipédia pode ser copiado, modificado e redistribuido desde que a nova versão garanta as mesmas liberdades a terceiros e atribua crédito aos autores do artigo da Wikipédia que foi usado (um link directo para esse artigo satisfaz as nossas exigências de crédito aos autores). Os artigos da Wikipédia irão, portanto, permanecer livres para sempre e podem ser usados por qualquer pessoa desde que sejam satisfeitas algumas restrições, a maioria das quais serve para assegurar essa liberdade. Para cumprir estes objectivos, o texto contido na Wikipedia é licenciado ao público sob a licença GNU Free Documentation License (tradução oficiosa). Dá-se autorização para copiar, distribuir e/ou modificar este documento segundo os termos da GNU Free Documentation License, Versão 1.2 ou qualquer versão posterior publicada pela Free Software Foundation; sem Invariant Sections, sem Front-Cover Texts, e sem Back-Cover Texts. Uma cópia da licença, em tradução oficiosa para português, pode ser encontrada na secção intitulada "GNU Free Documentation License". O conteúdo da Wikipedia está sob os termos dos avisos gerais. O texto da GNU FDL é o único documento que acarreta obrigação legal. O que se segue é a nossa interpretação do GFDL e os direitos e deveres dos utilizadores e contributores." Simples assim, a GNU e consequentemente, todos os paises que tem internet saum internacionalmente legais judicialment... [editar] Trecho altamente parcialRetirei do artigo o seguinte trecho, por ser ele indisfarçavelmente parcial e fugir do escopo do artigo, além estar de mal redigido: "Mensalão.Escândalo comprovado em que o PT comprava apoio político no congresso ,às custas de desvio de dinheiro público." Em seu lugar, deixei um link para o artigo escândalo do mensalão. 200.139.138.175 18:42, 1 Agosto 2006 (UTC) [editar] Realizações no comando do governo paulistaEsta seção do artigo deve ser alterada ou suprimida, não passa de panfletagem eleitoral, que lista apenas realizações supostamente "positivas" de Alckmin, sem nenhuma fonte. Ou então devemos criar um outra seção, só para dispor dos escândalos e erros de Alckmin durante seu período no governo. Simoes 18:08, 5 Agosto 2006 (UTC)
[editar] Código de Defesa do ConsumidorGeraldo Alckmin não foi o autor do Código de Defesa do Consumidor. Segundo o site da Câmara dos Deputados [2], o autor desse projeto foi o deputado Jutahy Magalhães. Ainda segundo o site da Câmara, a participação de Alckmin teria se limitado a um "REQUERIMENTO DE DESTAQUE DO DEP GERALDO ALCKMIM FILHO, PARA SUPRESSÃO DA EXPLESSÃO (sic): 'PARA OS FINS DO ARTIGO QUINTO, INCISO LXXII DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL', CONSTANTE NO ARTIGO 43, PARAGRAFO (sic) QUARTO DO SUBSTITUTIVO DA CDCMAM" e um "REQUERIMENTO DE DESTAQUE DO DEP GERALDO ALCKMIM FILHO, PARA SUPRESSÃO DA EXPRESSÃO: 'AINDA QUE O ARQUIVO OU BANCO DE DADOS PERTENÇA A PESSOAS OU ENTIDADES DE DIREITO PRIVADO'", além do "encaminhamento da votação", juntamento com os deputados Gerson Peres, Samir Achoa e Amaral Netto. Reparem que, nos programas eleitorais, nunca se diz que Geraldo Alckmin foi o "autor" do projeto, mas "o deputado do Código de Defesa do Consumidor". É exatamente isso que diz o próprio site de campanha de Alckmin [3].200.139.138.215 00:11, 20 Agosto 2006 (UTC) [editar] Falta de fontesOlha, já tinha visto de tudo na wikipédia, mas este artigo... não se sustenta de forma alguma! Até o artigo do Paulo Maluf está mais imparcial. O interessante é que quando aponta-se uma crítica ao Alckmin colocam logo a predefinição que necessita de fonte. No entanto, esta mesma pessoa é capaz de defender uma série de informações sem qualquer referência... paciência... são dois pesos que esta figura tem, um para ele, e outro para os demais... parece que estão brincando conosco... Bruno Slessa 01:55, 29 Agosto 2006 (UTC)
[editar] VandalismoFernando S. Aldado tem vandalisado esse artigo por ter sua prórpia compreenção de PARCIALIDADE e por querer impô-la à todas as pessoas de lingua portuguesa do mundo. Como a definição de PARCIALIDADE ainda é uma só, o trecho que se refere à Criminalidade e diz: "O PSDB, tenta nas campanhas de 2006 com Geraldo Alckmin candidato à presidência, relacionar o PCC (primeiro comando da capital) ao PT (Partido dos Trabalhadores). Fonte: Vermelho.org" continua por não defender nenhum ponto de vista e apenas relatar um fato ocorrido.
"Com base em investigações policiais, O PSDB, tenta nas campanhas de 2006 com Geraldo Alckmin candidato à presidência, relacionar o PCC (primeiro comando da capital) ao PT (Partido dos Trabalhadores). Fonte: Vermelho.org", não se enquadra no contexto por não existirem fontes e o usuário se negar a colocá-las onde comprovaría a existência de investigações policiais sobre o envolvimento do Partido dos Trabalhadores (PT) ou membros do mesmo nas recentes ondas de atentado do Primeiro Comando da Capital (PCC) Peço que verifiquem o caso. —o comentário precedente não foi assinado por 200.179.42.106 (discussão • contrib.) 18:07, 29 Agosto 2006 (UTC)
[editar] RevisãoEstou tentando melhorar o artigo, colocar mais foco, mas está bem dificil, preciso de ajuda. Marquei para revisão Glumresponder 23:57, 29 Agosto 2006 (UTC)
Frases, expressões e opiniões baseadas em sites e fontes anti-candidato não são válidas. Para inserir textos com referências, utilizar fontes ISENTAS de coloração ideológica. Estarei removendo toda e qualquer citação baseada em fontes tendenciosas. Abs! oscar
2006 (UTC) fonte ISENTA é aquela não coligada a nenhum partido ou corrente política. - jornalística - informativa - pluralizada. Revistas de sindicato, de partidos políticos ou artigos que expressam uma só linha ideológica não servem como fonte de uma enciclipédia, apenas como verbete da própria. oscar
| |||||||